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 Hora da história.
A galinha dos ovos de ouro


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Dona Joana e seu filho Pedro viviam nas proximidades de uma densa floresta.
Eram tão pobres, mas tão pobres, que o casebre em moravam era de palha.
A única distração era tomar banho e pescar no riacho que corria ao lado da casa.
O pai de Pedrinho, ao morrer, tinha deixado apenas um pato, dois potrinhos e uma vaquinha.
Dona Joana era bondosa e trabalhadora, mas, ainda assim, encontrava muita dificuldade para criar o filho.
O tempo foi passando.... passando...
Pedrinho já estava com dez anos e continuava indo à floresta colher frutos, que levava para casa a fim de servir de alimento para si e para sua mãe.

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Dona Joana, certo dia, disse ao filho:
- Meu filho, você já é um menino bondoso e inteligente. Já pode ajudar sua mãe. os nossos cavalinhos já estão grandes e espertos; darão um bom dinheiro. Vá à feira vendê-los.
Pedrinho ficou muito triste, pois os cavalinhos eram os únicos amigos que tivera na infância.
Mesmo assim, segurou  Ventania e Serelepe pelas rédeas e lá se foi rumo à cidade.
Chegando à feira, Pedrinho, apesar de contrariado, cuidou logo de oferecer os animais.
Daí a pouco, um homem, que segurava uma grande mala, aproximou-se:
-Esses cavalos são para vender?
-Sim, senhor. São sim!
O homem gostou do preço e lá se foi Ventania.
Pedrinho chorava baixinho para não ser ouvido.
Os animais estavam tão bonitos e bem tratados, que não demorou a aparecer comprador para o outro cavalinho também.


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De posse do dinheiro, Pedrinho lembrou-se de fazer algumas compras que sua mãe pedira.
No caminho de casa, encontrou algumas crianças jogando bola. como ainda era cedo, resolveu brincar um pouco.
Só quando começou a anoitecer, parou  de brincar, apanhou os sacos com os mantimentos e foi para casa.
Dona Joana já estava aflita, pois já anoitecera. Ia sair para ver o que tinha acontecido, quando avistou o filho com as compras.
Dona Joana foi ao encontro dele e ficou contente com a venda dos cavalinhos.
Nessa noite, fizeram uma ótima refeição e foram dormir.
 
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 Depois de algum tempo, as roupas de Pedrinho estavam apertadas e os sapatos, além de furados já não serviam mais.

Então, sua mãe teve uma ideia. Chamou  o filho e falou:
_ Pedrinho, vamos vender Mimosa. Precisamos de dinheiro.
No outro dia, bem cedinho, Pedrinho amarrou a vaquinha pelo pescoço e seguiu rumo à cidade. Estava quase chegando, quando encontrou um velhinho que lhe falou:
_Compro a vaquinha. Só que não tenho dinheiro. Mas tenho alguns pinhões de grande valor.
_Negócio fechado, disse Pedrinho, e voltou radiante para casa.
Dona Joana, no entanto, achou que seu filho fizera péssimo negócio.
_De que vão servir estes pinhões?- perguntou.
 Ficou tão zangada, que pegou os pinhões e, com toda força, atirou-os pela janela.


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Mal amanheceu, Pedrinho pulou da cama.
Precisava fazer alguma coisa, para compensar o mau negócio que fizera.
Pensando assim, foi ao quintal e teve uma surpresa: havia ali, no lugar onde caíram os pinhões, um enorme e lindo pinheiro.
Pedrinho olhou para cima e não conseguiu ver até onde ia. E começou a subir.
Foi subindo...subindo...e, de repente, logo depois das nuvens, o pinheiro estendia seus galhos em terra firme.
Súbito, ouviu alguém chamá-lo.
_Pedrinho? Pedrinho?.
Era uma linda fada, que continuou:
_Seu avô era um homem muito rico. Um dia, apareceu um gigante perverso que lhe roubou o que possuía e o matou. Se você for corajoso, irá at´e o castelo e recuperará tudo o que é seu.
 Pedrinho aceitou o desafio. ao longe avistou um castelo e pôs-se a caminho.
Chegou bem perto e bateu bem forte na porta. logo, logo, uma mulher enorme apareceu e foi dizendo:
_ Meu marido é muito mau e devora crianças. Suma daqui!
Pedrinho insistiu para ficar e a senhora, que tinha bom coração, resolveu deixá-lo entrar.
De repente, um barulho ensurdecedor fez estremecer todo o castelo.
A mulher mais que depressa colocou Pedrinho dentro do armário. O seu coração  batia forte como nunca.

Que medo!
O gigante foi logo dizendo:
_ Sinto cheiro de carne humana!...
_ Cheiro de carne humana? Que bobagem, marido! Deve ser um cabrito que estou assando para o jantar.


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 Após o jantar , o gigante pediu que sua mulher fosse pegar sua galinha dos ovos de ouro.
Achando-se só o gigante começou a falar:
_Minha adorada galinha, põe uns ovinhos para o homem mais poderoso da terra!
Era só ele pedir e a galinha botava um ovo de ouro.
Pedrinho viu tudo e ficou maravilhado. daí apouco o gigante começou a roncar, mergulhado num sono profundo.
Então Pedrinho saiu do esconderijo, pegou a galinha e os ovos de ouro e desceu o pinheiro com uma incrível rapidez.
Entrou em casa  gritando para a mãe:
_ Estamos ricos!... Estamos ricos, mãe!
 Pedrinho contou tudo à mãe o que a fada lhe dissera, pois Dona Joana nada estava entendendo. No dia seguinte trataram de vender os ovos por muito dinheiro.

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Passado algum tempo, Pedrinho resolveu ir novamente ao castelo, para apanhar o restante dos bens do avô.
Pôs um disfarce para que sua mulher não o reconhecesse.
E, novamente, tanto insistiu que a mulher do gigante o deixou entrar.
Daí apouco o gigante chega gritando:
_Sinto cheiro de carne humana!
_Ah! Já sei - disse apressadamente a mulher. É um delicioso leitão que está no forno para o jantar.
O gigante devorou tudo em um minuto. Em seguida foi a cofre e apanhou vários sacos com moedas de ouro.
despejou um deles sobre a mesa e, daí a pouco, adormeceu profundamente.
Pedrinho saiu do esconderijo sorrateiramente, pegou os sacos de ouro e saiu apressado, de volta para casa.


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Pedrinho estava ficando muito ambicioso, não estava contente com o que havia conseguido, deixou passar mais um     tempo  para não ser reconhecido pela mulher do gigante, e lá se foi para o castelo.
Como das outras vezes convenceu a mulher do gigante e entrou.
O gigante chegou, novamente sentiu cheiro de carne humana, as a mulher disse que era um pato que estava assando para o jantar.
Depois do jantar, o gigante abriu um baú e retirou de lá uma linda viola. e seguida ordenou:
_ Vamos, toca!
  A viola começou a tocar e logo o gigante estava dormindo.
Ao notar que o gigante tinha adormecido, saiu devagarinho, pegou a viola, mas, quando ia saindo, pisou no rabo do gatp. Que azar! o bicho soltou um miado estridente MIAUUUU...U e acordou o gigante.
Pedrinho correu como uma flecha par a o pinheiro e o gigante atrás.
Ainda tonto de sono, o gigante tropeçou numa pedra e esborrachou-se no chão.
Pedrinho chegou ao quintal antes mesmo que o monstruoso gigante conseguisse levantar-se.
Sem perder tempo, o menino começou a cortar o pinheiro.
De repente, ouviu-se um forte estalo, era o enorme pinheiro, com o gigante e tudo caindo a quilômetros de distância. TIBUM!...
 Depois Pedrinho foi para a cidade, levou a viola e a música trazia felicidade aos velhos e jovens.
Ele e sua mãe ficaram muito ricos, ao reaver a herança do avô. Compraram muitas terras e ajudaram a muitas pessoas.
A galinha continuou botando ovos de ouro, garantindo-lhes uma boa vida.
 Assim termina nossa história. É bom sair um pouco da realidade e imaginar através das histórias coisas que não convivemos, mas que nos fazem viajar...



Sinopse
Antes aprisionadas na formalidade dos dicionários, palavras como "girassol", "Deus", "sonho", "tatuagem", "cafuné" e muitas outras são libertadas por João Doederlein - que assina com o pseudônimo Akapoeta - neste seu primeiro livro. Elas são repensadas a partir das experiências pessoais do autor, de vinte anos, e de sua geração, mesclando romantismo bem resolvido, paixão, isolamento e um dia a dia que respira tecnologia e cultura pop.
Combinando textos que se tornaram sucesso nas redes sociais com material inédito, o autor acha novos significados para os signos do zodíaco, para clichês indispensáveis como "paixão" e "saudade" e para as atualíssimas "match" e "crush". Uma história de amor correspondido entre um jovem e sua musa - a escrita.


Comemorar e presentear quem se ama, não é só no dia 12 de junho, mas temos o ano inteiro para demonstrar esse amor. Olha só esse livrinho. É simples e cheio de frases legais. Quem não gosta de ser presenteado? O mais prazeroso é presentear.


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Santo Antonio na Literatura de Cordel 



O homem que teve uma questão com Santo Antônio

Este folheto, atribuído a João Martins de Athayde, nesta edição cuja capa está retratada acima, vem a ser, na verdade de Antônio Ferreira da Cruz conforme atesta Leonardo Mota* e outros pesquisadores mais antigos. A obra do poeta Antônio da Cruz está praticamente esquecida porque muitos de seus folhetos foram publicados em Guarabira - PB, por Pedro Baptista e tiveram somente uma única edição.Leia na íntegra esse cordel no:
 http://acordacordel.blogspot.com.br



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Ontem, dia 18 de abril foi comemorado o Dia do Livro Infantil. Vamos aproveitar e ler muito....
Vamos falar dos nossos índios.
Vários tipos de literatura tratam deste assunto, ou somente contam histórias deliciosas. Nossos alunos amam sair enfeitados em todas as datas comemorativas, mas é necessário que conheçam o motivo pelo qual estão sendo enfeitados ou  estão fazendo o  mural de sua sala. Uma forma bem legal de adquirir este conhecimento é a pesquisa com  o auxílio dos pais. Enriquece o tema, traz novidades e dá oportunidade de crianças mais inibidas  começar a se relacionar melhor com seus colegas.
Boa leitura!


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Continuamos durante esta semana a trabalhar a literatura sobre a Páscoa. Agora no início da semana eles vão chegar cheios de novidades sobre os ovos de Páscoa que ganharam,  é uma excelente oportunidade de contar a história sobre a Páscoa.   Estamos trabalhando o contexto histórico e não religioso. Cada um tem sua crença e deve ser respeitada.

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6 comentários:

  1. Olá!
    Antes de mais nada, agradeço a gentileza de divulgarem o livro PALAVRAS, PALAVRINHAS E PALAVRÕES da grande (gigante) Ana Maria Machado que dispensa qualquer comentário. Ao ler o texto referente à obra observei o nome da editora que não corresponde com o selo da capa. A editora correta não seria a FTD?
    De qualquer forma, parabéns pelo blog. Ele vem somar positivamente ao incentivar a leitura em nosso país.

    Um abraço e muito obrigado!

    Jótah
    autor e ilustrador.

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    1. Somente agora tive acesso a seu comentário. Obrigada por me avisar. Realmente foi um equívoco lamentável. Me desculpe, mas é que eu cometi o erro de não corrigir o que meus alunos escreveram, pois eles leram o livro e decidimos postá-lo.Um abraço.

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  2. Olha só como são as coisas... e a tecnologia. Eu também, somente agora, li a sua resposta. Quem sabe um dia eu não visite os seus alunos pra falarmos sobre como foi ilustrar um texto da Ana Maria machado e de tantos outros autores. Converse com seus alunos e se eles quiserem que eu faça uma visita, entre em contato com a FTD e agende um bate-papo entre ilustrador e alunos. Será uma satisfação conhecer e conversar com todos.
    Um abraço, professora!
    Jótah (autor e ilustrador).

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  3. Mais uma vez me desculpe por não ter respondido sua mensagem. Será uma grande felicidade para meus alunos receberem uma pessoa tão ilustre. Vou trabalhar o livro com eles novamente e fazer novas ilustrações e postarei para que você possa ver. Um grande abraço. Tenho novos alunos e portanto serão novas as emoções.

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  4. Olá, professora Irismar Morais!

    O tempo passa tão rápido e quando a gente percebe muita coisa já aconteceu.
    2017... Três anos depois da sua postagem, cá estou eu. Desta vez, avô de duas meninas. Rs...
    Quem sabe, um dia, vou visitar os teus alunos.

    Fraterno abraço!

    Jótah (Facebook: Jótah ilustrador)

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  5. Boa noite. Vi uma solicitação sua no face. Mais algum livro que eu possa divulgar? Farei com prazer.Também fui agraciada com três netos de uma só vez. O tempo passa realmente muito rápido. Me aposentei em 2015, mas nada impede que você faça uma visita a escola onde trabalhei por 15 anos. Um abraço.

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