quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Trava-Língua
Tente falar bem rápido:
Num ninho de mafagafos,
Há seis mafagafinhos,
Quem desmafagafizar
Bom desmafagafizador será.


Provérbios
Os provérbios tentam passar o conhecimento popular.
* Cavalo que voa não quer espora.
* A necessidade é a mãe das invenções.
* Águas passadas não movem moinhos.
* Para bom entendedor, meia palavra basta.

Parlenda
Para ser recitada quando você pula corda:

O macaco foi à feira
Não teve o que comprar                                    
Comprou uma cadeira
Pra comadre se sentar
A comadre se sentou
A cadeira esborrachou
Coitada da comadre
Foi parar no corredor.

Parlenda
Editor de fotos on-line


Folclore brasileiro
Negrinho do Pastoreio
Sou um menino pequeno, preto como carvão.
Vivi em uma fazenda e como escravo me criei.
Fiquei conhecido por Negrinho do Pastoreio.
Vou contar porque esse nome eu ganhei.

Minha punição era pastorear os cavalos.
Cansado, com fome, à noite adormeci.
Fui castigado e num formigueiro jogado.
Tudo porque a tropa de cavalos eu perdi.

Depois eu apareci sem nenhum arranhão.
Comigo estava a tropa que eu tinha reencontrado.
Graças a Nossa Senhora, que é minha madrinha.
Hoje fico pelos campos e a cavalo ando  montado.

Eu ainda ajudo a encontrar o que está perdido.
Acenda uma vela que vou logo procurando.
E, agora já é hora! Tenho de ir embora.
Vou a galope e uma música saio cantando.

                                                           Folclore em Contos e Cantos
                                                           imagem:  misteriosfantasticos.blogspot.com

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Folclore brasileiro
Boitatá
Muita atenção!

Vou contar a minha história:
Sou uma cobra de fogo e comigo tenha cuidado.
Moro na  água e assombro as beiras dos rios.
De Boitatá sou chamado.

Dizem que de noite sou uma alma penada.
Pago meus pecados deslizando na escuridão.
Mas eu protejo os campos dos incêndios.
Persigo quem põe fogo no mato sem razão.

Aquele que me encontrar  enfrenta um perigo.
Pode até ficar cego, enlouquecer ou morrer.
O melhor é parar, fechar os olhos e não respirar.
Nada de fugir: vou atrás de quem tentar correr.
                       Sou o Boitatá!
                                                        Folclore em Contos e Cantos       

                                                        imagem: rs-cs2d.webnode.com.br
Depois de ler o livro " O Macaco Maluco", os alunos do 2º ano A produziram lindas dobraduras.
 Desta vez vamos mostrar os trabalhos feitos por:  Tiago, Luiz Felipe e Julya




terça-feira, 21 de agosto de 2012

Folclore brasileiro
Boto-Cor-de-Rosa
Sou o Boto, um golfinho do rio Amazonas.
Nadei até aqui e a minha história vou contar.
De dia fico na água e de noite sou um mistério.
Dizem que em homem posso me transformar.

A transformação só acontece ao anoitecer.
Eu viro um moço bonito, alto e bem forte.
Mas ainda fica um furo no alto da minha cabeça.
Então uso um chapéu para essa marca esconder.

Gosto de dançar e nos bailes procuro um amor.
Nas festas sempre deixo uma moça apaixonada.
No fim da noite, largo tudo e volto a ser Boto.
Vou logo para o rio onde é minha morada.

Os pescadores por mim têm grande respeito.
Mesmo sendo conquistador, sou um bom golfinho.
Amparo a canoa no temporal e ajudo na pesca.
Salvo quem cai na água empurrando com o focinho.

Sigo conquistando as mulheres  de perto do rio.
Não faço mal a ninguém, só quero namorar.
Vejo uma moça bonita passando bem ali.
E já vou me apresentar, pois eu quero namorar!
                                                         
                                                          Folclore em Contos e Cantos
                                                      imagem: meioambiente.culturamix.com

                     

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Folclore Brasileiro
A lenda da Iara
Sou uma sereia de cabelos longos e negros.
Moro nos rios e tenho uma beleza rara. 
Meu corpo é metade mulher, metade peixe.
Gosto muito de cantar e o meu nome é Iara.

Às  vezes, sentada nas pedras ou na areia,
com o meu pente de ouro fico a me pentear.
Passo o tempo brincando com os peixinhos. 
Uso o espelho das águas para me admirar.

O meu canto mágico ecoa pela floresta.
Ressoa pelas águas e atrai quem ouve a melodia.
Os homens me seguem até o fundo do rio.
E desaparecem à procura da minha companhia.

Aquele que me olha não consegue escapar.
Fica logo enfeitiçado com a minha beleza.
Sou conhecida como a rainha das águas.
Encantar e seduzir são da minha natureza.
Fora da água me transformo em uma linda mulher.
Mas volto rápido para o rio.
Cuidado! Posso encantar quem encontrar.
                                                                      imagem

                                                       lucianejoanaemili.blogspot.com
                                                       Folclore em Contos e Cantos

sábado, 18 de agosto de 2012

Dobradura do Saci- Pererê
A turminha do 2º ano" A" trabalhou com dobraduras. Após a leitura da lenda e muitos comentários, cada um fez seu Saci. Todos fizeram um excelente trabalho, mas os artistas em destaque foram:  Mikhael, Ricardo e João Manoel. 




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