sábado, 8 de dezembro de 2012

Símbolos do Natal e seus Significados

Árvore  de Natal: na tradição cristã simboliza  vida ,  paz, esperança e  alegria.



Presépio de Natal:  simboliza o ambiente e o momento em que Jesus Cristo nasceu.



Estrela de Natal: guiou os reis magos até o local de nascimento do menino Jesus.


Sinos de Natal: anuncia para a humanidade que o menino Jesus nasceu.



Papai Noel: para as crianças é o símbolo mais conhecido pois é ele que traz os presentes na noite de Natal.



quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Oscar Niemeyer 

A nossa Turminha homenageia hoje Oscar Niemeyer.

Moramos em Brasília e por isso estamos sempre em contato com as obras deste famoso arquiteto.
Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares Filho nasceu no bairro das Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro, no dia 15 de dezembro de 1907. 
Apaixonado por futebol e pelo Fluminense, Niemeyer chegou a jogar no time juvenil do clube de Laranjeiras.
Casou-se cedo. A união com Annita Baldo foi aos 21 anos, quando Niemeyer ajudava o pai na tipografia.
Em 1929, entrou para a Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, onde cinco anos depois formou-se engenheiro arquiteto. No meio do período da faculdade, em 1932, nasceu Anna Maria, sua única filha, que morreu em junho de 2012. 
O casamento com Annita Baldo, a primeira mulher, durou 76 anos, quando ela morreu, em 4 de outubro de 2004. Casou-se novamente em 2006, com sua secretária, Vera Lúcia Cabreira

Oscar e suas curvas

Niemeyer sempre defendeu o uso do monumental na arquitetura, com certa obsessão pela leveza em contradição com o concreto. A forma é a curva, com que substituiu a tradição milenar de ângulos e retas.

Algumas obras assinadas por Oscar Niemeyer

                                                       Catedral Metropolitana
                                                   Palácio da Alvorada
Congresso Nacional

                                                Igreja São Francisco de Assis

Oscar Niemeyer
* 15/12/1907
+ 05/12/2012                                                              

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Dia da Consciência Negra e a importância de  Zumbi líder do Quilombo dos Palmares


Zumbi foi o grande líder do quilombo dos Palmares, respeitado herói da resistência antiescravagista. Pesquisas e estudos indicam que nasceu em 1655, sendo descendente de guerreiros angolanos. Em um dos povoados do quilombo, foi capturado quando garoto por soldados e entregue ao padre Antonio Melo, de Porto Calvo. Criado e educado por este padre, o futuro líder do Quilombo dos Palmares já tinha apreciável noção de Português e Latim aos 12 anos de idade, sendo batizado com o nome de Francisco. Padre Antônio Melo escreveu várias cartas a um amigo, exaltando a inteligência de Zumbi (Francisco). Em 1670, com quinze anos, Zumbi fugiu e voltou para o Quilombo. Tornou-se um dos líderes mais famosos de Palmares. "Zumbi" significa: a força do espírito presente. Baluarte da luta negra contra a escravidão, Zumbi foi o último chefe do Quilombo dos Palmares.

O Quilombo dos Palmares existiu por um período de quase cem anos, entre 1600 e 1695. No Quilombo de Palmares (o maior em extensão), viviam cerca de vinte mil habitantes. Nos engenhos e senzalas, Palmares era parecido com a Terra Prometida, e Zumbi, era tido como eterno e imortal, e era reconhecido como um protetor leal e corajoso. Zumbi era um extraordinário e talentoso dirigente militar. Explorava com inteligência as peculiaridades da região. No Quilombo de Palmares plantavam-se frutas, milho, mandioca, feijão, cana, legumes, batatas. Em meados do século XVII, calculavam-se cerca de onze povoados. A capital era Macaco, na Serra da Barriga.

A Domingos Jorge Velho, um bandeirante paulista, vulto de triste lembrança da história do Brasil, foi atribuído a tarefa de destruir Palmares. Para o domínio colonial, aniquilar Palmares era mais que um imperativo atribuído, era uma questão de honra. Em 1694, com uma legião de 9.000 homens, armados com canhões, Domingos Jorge Velho começou a empreitada que levaria à derrota de Macaco, principal povoado de Palmares. Segundo Paiva de Oliveira, Zumbi foi localizado no dia 20 de novembro de 1695, vítima da traição de Antônio Soares. “O corpo perfurado por balas e punhaladas foi levado a Porto Calvo. A sua cabeça foi decepada e remetida para Recife onde, foi coberta por sal fino e espetada em um poste até ser consumida pelo tempo”.

O Quilombo dos Palmares foi defendido no século XVII durante anos por Zumbi contra as expedições militares que pretendiam trazer os negros fugidos novamente para a escravidão. O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.

A lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no calendário escolar, data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Nas escolas as aulas sobre os temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, propiciarão o resgate das contribuições dos povos negros nas áreas social, econômica e política ao longo da história do país.

http://www.brasilescola.com/sociologia/dia-consciencia-negra-heroi-chamado-zumbi.htm

domingo, 18 de novembro de 2012

19 de novembro Dia da Bandeira

Como devemos proceder diante  da Bandeira Nacional


-No dia dezenove de novembro- Dia da Bandeira, o hasteamento é feito às 12 horas, com solenidades especiais.

-Quando várias bandeiras são hasteadas ou arriadas simultaneamente, a Bandeira Nacional é a primeira a atingir o topo e a última a descer.
-Quando a Bandeira Nacional não estiver em uso deve ser guardada em local digno.
-Quando tiver um número ímpar de bandeiras: a Bandeira nacional deve estar no centro.
-Quando for um número par de bandeiras: a Bandeira Nacional é a primeira à direita, a partir do centro.

 Existem algumas normas sobre a apresentação da Bandeira        Nacional

-Nas escolas públicas ou particulares é obrigatório o hasteamento solene da Bandeira Nacional, pelo menos uma vez por semana durante o ano letivo.
-A Bandeira Nacional pode ser hasteada ou arriada a qualquer hora do dia ou da noite, mas normalmente faz-se o hasteamento às 8 horas e o arriamento às 18 horas.
-Hasteadas à noite, ela deve estar sempre iluminada.

Hino À Bandeira Nacional

O Hino à Bandeira foi executado pela primeira vez em 1906, na Escola em que estudou Francisco Braga, um compositor brasileiro muito renomado, autor da melodia do hino.
A letra é de Olavo Bilac, poeta e jornalista, nascido no Rio de Janeiro, em 1865.

                   I
Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

(Refrão:)
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

              II  
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

(Refrão:)
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
             
              III
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.

(Refrão:)
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

               IV            
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!


(Refrão:)
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
                                                        




terça-feira, 13 de novembro de 2012

Proclamação da República

123 anos de República
Em 15 de novembro de 1889, o Brasil foi proclamado República.
Quem proclamou o novo regime de governo foi o Marechal Deodoro da Fonseca.
Nessa época, reinava no Brasil D. Pedro II, filho de D. Pedro I, que morrera aos 36 anos em Portugal.
Começava então a surgir projetos para a criação de uma nova bandeira brasileira, ou seja, a bandeira republicana.
                                                             

Primeira Bandeira do Brasil República
Essa bandeira foi usada por poucos dias, entre 15 e 19  de novembro de 1889.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012


O que acontece em novembro (datas comemorativas)
01 · Dia de Todos os Santos
02 · Dia de Finados*
03 · Dia do Cabeleireiro
03 · Dia do Barbeiro
03 · Instituição do Direito e Voto da Mulher (1930)
04 · Dia do Inventor
05 · Dia da Ciência e Cultura
05 · Dia do Cinema Brasileiro
05 · Dia do Radioamador e Técnico Eletrônica
08 · Dia do Aposentado
08 · Dia Mundial do Urbanismo
09 · Dia do Hoteleiro
10 · Dia do Trigo
11 · Dia do Soldado Desconhecido
12 · Dia do Supermercado
14 · Dia do Bandeirante
15 · Proclamação da República*
15 · Dia Nacional da Alfabetização
16 · Semana da Música
19 · Dia da Bandeira
20 · Dia do Auditor Interno
20 · Dia Nacional da Consciência Negra
20 · Dia do Biomédico
21 · Dia da Homeopatia
21 · Dia das Saudações
22 · Dia do Músico
23 · Dia Internacional do Livro
25 · Dia Nacional do Doador de Sangue
26 · Dia do Ministério Público
28 · Dia Mundial de Ação de Graças

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Poeta, cronista e contista, Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira no estado de  Minas Gerais  em 31 de outubro de 1902 e morreu aos 84 anos

Ausência
Carlos Drummond de Andrade

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta. 
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada, 
ninguém a rouba mais de mim.



José
Carlos Drummond de Andrade
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro
sua incoerência,
seu ódio, - e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse,
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja do galope,
você marcha, José!
José, para onde?






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