quarta-feira, 12 de setembro de 2018

A primavera da lagarta
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Mais uma obra de Ruth Rocha com ilustrações de Madalena Elek
Será que as plantas gostam de lagartas?
Será que lagarta serve para alguma coisa?
Toda lagarta se transforma em borboleta?

Professora: Íris

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Setembro

Este é o mês do início da Primavera

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Datas comemorativas
01-Dia do Profissional de Educação Física
03- Dia do Biólogo
05- Dia da Amazônia
07- Dia da Independência do Brasil
08- Dia Mundial da Alfabetização
16- Dia Internacional para a  Preservação da Camada de Ozônio 
21- Dia da Árvore
21- Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência
22- Dia Mundial Sem  Carro
25- Dia do Trânsito
27- Dia Mundial do Turismo
29- Dia Mundial do Petróleo 

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Dia do Folclore
O Brasil é um país muito rico em lendas, crendices, tradições, rimas, parlendas....e por isso um dia para celebrar essa diversidade.
Muitas são as histórias que fizeram parte de  nossa infância. Quem nunca ouviu falar do Saci, da Mula- sem-cabeça, Curupira, Iara, Bôto...?
O mês de agosto para as crianças é riquíssimo, pois só o fato de as crianças trabalharem sua  imaginação, esse momento pode se transformar em sala de aula em  divertidos  teatros, trabalhos manuais, recontos... é simplesmente fantástico! É importantíssimo deixar a criança criar, manusear livros que tratem deste assunto, e para aquelas que ainda não dominam a leitura, leiam para elas, dramatizem, mas não deixem de proporcionar momentos de conhecimento e prazer.


Saci-Pererê


Saci-Pererê, personagem do folclore brasileiro

O Saci faz parte do conjunto de lendas do Folclore brasileiro.
Originária das tribos indígenas do sul do Brasil, o Saci só tem uma perna, usa um gorro vermelho e vive com  um  cachimbo na boca. O Saci é um mol,eque que adora travessuras e brinca com  animais e pessoas. Por ser muito brincalhão acaba causando alguns transtornos. 

domingo, 12 de agosto de 2018

Dia dos pais!!!!

Parabéns aos papais de todos os lugares... a missão de educar as crianças nunca estará completa sem a presença eficaz dos pais. Para os filhos o pai é um herói  insubstituível . Com toda essa importância, sejam mesmo esse porto seguro que todos nós precisamos, crianças, jovens e adultos. Ter os pais perto de nós é uma dádiva. Para aqueles, como eu que não o tem mais, nos resta agradecer por tudo o que fizeram por nós.

Homenagem de Maria Julia e Isadora para seu papai Marcelo.



quinta-feira, 26 de julho de 2018

Para comemorar o dia dos avós, que tal literatura?





Dia dos avós. 
Pais dos nossos pais. Uma combinação de amor e carinho. Parabéns para esses avós  maravilhosos que fazem parte da vida de seus netos, acrescentando amor sem medida. Me recordo de muitas avós que acompanhavam seus netos até a porta da sala de aula. Era visível o amor que demonstravam por seus netos. É muito bom ter avós, parece que nos sentimos protegidos duas vezes. Sabe quando os pais não acolhem nossos pedidos? Corre na vovó e no vovó que não tem erro. É mágico ter avós. Acho que já contei aqui que minha avó era uma mulher muito a frente de seu tempo. Falava abertamente com seus netos sobre tudo. Era firme, mas ao mesmo tempo muito carinhosa. Minha avó fazia questão de escrever cartinhas, bilhetes para cada um de seus netos. Só guardo boas lembranças de minha querida avó. Não conheci meu avô, mas minha mãe fazia questão de me contar histórias sobre ele, então é como se eu o conhecesse.

Parabéns vó e vô

Que vovó não fica feliz ao receber uma lembrancinha dessas. Amei!!!! 

Joaquim meu primeiro neto. Nasceu dia 31 de dezembro de 2015, em casa. Presenciei seu nascimento. Foi mágico, lindo, emocionante......

Maria Júlia e Isadora, minhas princesinhas. Nasceram no dia 17 de maio de 2016. São muito espertinhas, sapecas. Sou a avó mais feliz do mundo.



sexta-feira, 20 de julho de 2018

Literatura!!
Como fazíamos sem....
Autora: Bárbara Soalheiros
Imagens: Negreiros

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Como as atividades do cotidiano, hoje consideradas simples, foram evoluindo ao longo do tempo na sociedade? Com a leitura da obra Como fazíamos sem..., o leitor vai descobrindo como se vivia sem dinheiro, sem água limpa, sem energia elétrica, sem remédios, escolas, sobrenome e muitas outras coisas. São contadas as origens e situações de cada item para explicar que muitos objetos, bens e serviços usados cotidianamente foram resultantes de um longo processo de interação entre sociedade e natureza e do desenvolvimento tecnológico da sociedade em diferentes partes do mundo.

É interessante observar a diversidade de assuntos e possibilidades que vão surgir com esta literatura.
Será possível as crianças imaginarem um mundo sem celular, internet, jogos? Muitas custam a acreditar que não existia energia elétrica...

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