Datas comemorativas de Setembro
05- Dia da Amazônia
06- Dia do Alfaiate
Dia do Barbeiro e Cabeleireiro
07- INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
Dia da Pátria
08- Dia Internacional da Alfabetização
09- Dia do Veterinário
Dia do Administrador de Empresa
10- Dia da Imprensa
13- Dia do Agrônomo
17- Dia da Compreensão Mundial
18 a 23- Semana da Comunidade
21- Dia da Árvore
Dia do Fazendeiro
Dia do Radialista
22- Dia da Juventude
23-INÍCIO DA PRIMAVERA
27- Dia dos Anciãos
30- Dia da Secretária
Fases da Lua
Setembro
Set 08 13:15 Quarto Minguante
Set 16 02:10 Lua Nova
Set 22 19:40 Quarto Crescente
Set 30 03:18 Lua Cheia (30,2′)
Fonte: http://www.oitopassos.com/2011/03/26/fases-da-lua-2012/#ixzz25G4Cq8bP
sábado, 1 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Biografia Maria Montessori

http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Montessori
Maria Tecla Artemesia Montessori nasceu em 31 de agosto de 1870 em Chiaravalle, Itália. Seu pai, Alessandro Montessori, era oficial do Ministério das Finanças, trabalhando na época numa fábrica de tabaco estatal. Sua mãe, Renilde Stoppani, era bem educada para a época e provavelmente parente do geologista italiano Antonio Stoppani.[3]
Desde muito jovem, manifestou interesse pelas matérias científicas, principalmente matemática e biologia, resultando em conflito com seus pais, que desejavam que ela seguisse a carreira de professora.
Indo contra as expectativas familiares, inscreveu-se na Faculdade de Medicina da Universidade de Roma, escolha que a levou a ser, em 1896, a primeira mulher a formar-se em medicina na Itália. Após sua formatura, iniciou um trabalho com crianças com necessidades especiais na clínica da universidade, vindo posteriormente dedicar-se a experimentar em crianças, sem comprometimento algum, os procedimentos usados na educação dos que tinham comprometimento. Observou, também, crianças que brincavam nas ruas e criou um espaço educacional para estas crianças - a Casa dei Bambini.
Responsável também pela criação do método montessori de aprendizagem, composto especialmente por um material de apoio em que a própria criança (ou utilizador) observa e faz as conexões corretas [4][5].

http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Montessori
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Bumba-Meu-Boi
Podem me chamar de Bumba-Meu-Boi.
Sou um boi diferente, colorido e festeiro.
Feito de papelão, madeira, panos e fitas.
Minha festa é de novembro a 6 de janeiro.
No Brasil inteiro, todos me conhecem.
Tenho um nome diferente em cada região.
Boi-Bumbá, Boi-de-Reis , Boi-Calemba.
Seja como for, minha festa é uma tradição.
Por onde eu passo vou brincando e divertindo.
O povo me acompanha com grande euforia.
Vão vestidos de vaqueiros, com roupas coloridas.
Seguimos de casa em casa, com muita alegria.
Com música e dança conto esta história:
Meu patrão me encontrou morto e triste ficou.
Chamaram o pajé e fizeram um cortejo.
Com reza e animação ele me ressuscitou.
Dentro de mim fica um homem dançador.
Giro, ando, corro, brinco e me mexo sem parar.
O povo se anima quando alguém tento chifrar.
Agora que me conhecem uma música vou cantar.
Boi da Cara Preta
Boi...Boi...Boi...
Boi da Cara Preta,
Pega este menino,
Que tem medo de careta.
Boi...Boi...Boi...
Boi da Cara Branca,
Pega este menino,
Que tem medo de carranca.
Podem me chamar de Bumba-Meu-Boi.
Sou um boi diferente, colorido e festeiro.
Feito de papelão, madeira, panos e fitas.
Minha festa é de novembro a 6 de janeiro.
No Brasil inteiro, todos me conhecem.
Tenho um nome diferente em cada região.
Boi-Bumbá, Boi-de-Reis , Boi-Calemba.
Seja como for, minha festa é uma tradição.
Por onde eu passo vou brincando e divertindo.
O povo me acompanha com grande euforia.
Vão vestidos de vaqueiros, com roupas coloridas.
Seguimos de casa em casa, com muita alegria.
Com música e dança conto esta história:
Meu patrão me encontrou morto e triste ficou.
Chamaram o pajé e fizeram um cortejo.
Com reza e animação ele me ressuscitou.
Dentro de mim fica um homem dançador.
Giro, ando, corro, brinco e me mexo sem parar.
O povo se anima quando alguém tento chifrar.
Agora que me conhecem uma música vou cantar.
Boi da Cara Preta
Boi...Boi...Boi...
Boi da Cara Preta,
Pega este menino,
Que tem medo de careta.
Boi...Boi...Boi...
Boi da Cara Branca,
Pega este menino,
Que tem medo de carranca.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Folclore brasileiro
Mula sem cabeça
Mula sem cabeça
Quando ouvir um relincho alto e um gemido,
um barulho de cascos de ferro a galopar,
saiba que sou eu, a Mula sem cabeça .
Sou uma moça que em mula se transforma,
na noite de quinta-feira, ainda mais se é Lua cheia.
Fiquei assim por ser a mulher do padre.
E antes de virar mula dizem que eu não era feia.
Solto fogo e de longe se ouvem os meus relinchos estridentes.
Os meus cascos são de ferro ou de prata.
Galopo a noite toda e eles são bem resistentes.
Para me desencantar precisa ser corajoso.
Tem de me espetar até meu sangue pingar.
Um outro jeito é tirar o meu cabresto.
Se isso acontecer, viro mulher e começo a chorar.
Enquanto ninguém desfaz o meu feitiço,
continuo sem cabeça pela noite a assustar.
imagem : mortesubita.org
Folclore em Contos e Cantos
Folclore brasileiro
Curupira
Eu vim lá da floresta para me apresentar. Meu nome é Curupira.
Viver na mata é o meu destino.
Sou um índio pequeno, mas muito forte.
Tenho cabelos vermelhos e corpo de menino.
Meus calcanhares são para frente e meus pés, para trás.
Deixo pegadas ao contrário que enganam muita gente.
As vezes me confundes com o caipora.
Ele tem os pés normais, mas em mim é diferente.
Tomar conta de toda a mata é a minha missão.
Cuido dos bichos e brigo com quem caça por maldade.
Faço os caçadores se perderem no caminho
E se for preciso, ataco sem piedade.
Das plantas e das árvores também sou protetor.
Cuido delas com carinho e de todas sou camarada.
Se ameaçar uma tempestade, fico atento
Examino com cuidado se resistem à chuvarada.
Gosto de ganhar presentes de quem entra na mata.
Flecha, fumo ou comida para mim podem deixar.
Já me apresentei é hora de voltar.
Vou embora, mas deixo uma cantiga da nossa cultura popular.
Folclore em Contos e Cantos
O Cravo brigou com a Rosa
O Cravo brigou com a Rosa
Debaixo de uma sacada
O Cravo saiu ferido
E a Rosa, despedaçada.
O Cravo ficou doente,
A Rosa foi visitar.
O Cravo teve um desmaio,
A Rosa pôs-se a chorar.
Curupira
Eu vim lá da floresta para me apresentar. Meu nome é Curupira.
Viver na mata é o meu destino.
Sou um índio pequeno, mas muito forte.
Tenho cabelos vermelhos e corpo de menino.
Meus calcanhares são para frente e meus pés, para trás.
Deixo pegadas ao contrário que enganam muita gente.
As vezes me confundes com o caipora.
Ele tem os pés normais, mas em mim é diferente.
Tomar conta de toda a mata é a minha missão.
Cuido dos bichos e brigo com quem caça por maldade.
Faço os caçadores se perderem no caminho
E se for preciso, ataco sem piedade.
Das plantas e das árvores também sou protetor.
Cuido delas com carinho e de todas sou camarada.
Se ameaçar uma tempestade, fico atento
Examino com cuidado se resistem à chuvarada.
Gosto de ganhar presentes de quem entra na mata.
Flecha, fumo ou comida para mim podem deixar.
Já me apresentei é hora de voltar.
Vou embora, mas deixo uma cantiga da nossa cultura popular.
Folclore em Contos e Cantos
O Cravo brigou com a Rosa
O Cravo brigou com a Rosa
Debaixo de uma sacada
O Cravo saiu ferido
E a Rosa, despedaçada.
O Cravo ficou doente,
A Rosa foi visitar.
O Cravo teve um desmaio,
A Rosa pôs-se a chorar.
Advinha
O que é, o que é?
* Caminha sem pés, voa sem asas e pousa onde quer?
*Quanto mais cresce, menos se vê?
*Anda deitado e dorme em pé?
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Trava-Língua
Tente falar bem rápido:
Num ninho de mafagafos,
Há seis mafagafinhos,
Quem desmafagafizar
Bom desmafagafizador será.
Provérbios
Os provérbios tentam passar o conhecimento popular.
* Cavalo que voa não quer espora.
* A necessidade é a mãe das invenções.
* Águas passadas não movem moinhos.
* Para bom entendedor, meia palavra basta.
Parlenda
Para ser recitada quando você pula corda:
O macaco foi à feira
Não teve o que comprar
Comprou uma cadeira
Pra comadre se sentar
A comadre se sentou
A cadeira esborrachou
Coitada da comadre
Foi parar no corredor.

Editor de fotos on-line
Tente falar bem rápido:
Num ninho de mafagafos,
Há seis mafagafinhos,
Quem desmafagafizar
Bom desmafagafizador será.
Provérbios
Os provérbios tentam passar o conhecimento popular.
* Cavalo que voa não quer espora.
* A necessidade é a mãe das invenções.
* Águas passadas não movem moinhos.
* Para bom entendedor, meia palavra basta.
Parlenda
Para ser recitada quando você pula corda:
O macaco foi à feira
Não teve o que comprar
Comprou uma cadeira
Pra comadre se sentar
A comadre se sentou
A cadeira esborrachou
Coitada da comadre
Foi parar no corredor.
Editor de fotos on-line
Folclore brasileiro
Negrinho do Pastoreio
Sou um menino pequeno, preto como carvão.
Vivi em uma fazenda e como escravo me criei.
Fiquei conhecido por Negrinho do Pastoreio.
Vou contar porque esse nome eu ganhei.
Minha punição era pastorear os cavalos.
Cansado, com fome, à noite adormeci.
Fui castigado e num formigueiro jogado.
Tudo porque a tropa de cavalos eu perdi.
Depois eu apareci sem nenhum arranhão.
Comigo estava a tropa que eu tinha reencontrado.
Graças a Nossa Senhora, que é minha madrinha.
Hoje fico pelos campos e a cavalo ando montado.
Eu ainda ajudo a encontrar o que está perdido.
Acenda uma vela que vou logo procurando.
E, agora já é hora! Tenho de ir embora.
Vou a galope e uma música saio cantando.
Folclore em Contos e Cantos
imagem: misteriosfantasticos.blogspot.com
Negrinho do Pastoreio
Sou um menino pequeno, preto como carvão.
Vivi em uma fazenda e como escravo me criei.
Fiquei conhecido por Negrinho do Pastoreio.
Vou contar porque esse nome eu ganhei.
Minha punição era pastorear os cavalos.
Cansado, com fome, à noite adormeci.
Fui castigado e num formigueiro jogado.
Tudo porque a tropa de cavalos eu perdi.
Depois eu apareci sem nenhum arranhão.
Comigo estava a tropa que eu tinha reencontrado.
Graças a Nossa Senhora, que é minha madrinha.
Hoje fico pelos campos e a cavalo ando montado.
Eu ainda ajudo a encontrar o que está perdido.
Acenda uma vela que vou logo procurando.
E, agora já é hora! Tenho de ir embora.
Vou a galope e uma música saio cantando.
Folclore em Contos e Cantos
imagem: misteriosfantasticos.blogspot.com
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